Junho 15, 2008

António Aleixo nasce em 18 de Fevereiro de 1899 em Vila Real de Santo António e falece em 16 de Novembro de 1949 em Loulé.
Foi guardador de cabras, cantor popular de feira em feira, soldado, polícia, tecelão, servente de pedreiro em França, “poeta cauteleiro”.
Apesar de semi-analfabeto deixa a seguinte obra escrita que o Dr. Joaquim Magalhães teve o cuidado de passar a limpo: «Este livro que vos deixo», «O Auto do Curandeiro», «O Auto da Vida e da Morte», o incompleto «O Auto do Ti Jaquim» e «Inéditos».
Em homenagem ao Poeta e à sua obra, no parque da cidade de Loulé foi levantado um monumento frente ao “Café Calcinha”, local outrora frequentado pelo Poeta.
O antigo Liceu de Portimão passou a chamar-se Escola Secundária Poeta António Aleixo.
Há alguns anos também passou a existir uma «Fundação António Aleixo» com sede em Loulé e que já usufrui do Estatuto de Utilidade Pública, o que lhe permite atribuir bolsas de estudo aos mais carenciados.

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Publicado por Filipa Lopes
Junho 3, 2008
Nas últimas aulas de Português estivemos a falar sobre as orações coordenadas e as orações subordinadas
As conjunções que introduzem orações que dependem de outra, como uma circunstância chamam-se subordinativas. Quando as conjunções têm como função ligar orações da mesma natureza chamam-se coordenativas.
Aqui estão mais informações interessantes sobre as orações coordenadas e subordinadas.
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Publicado por catarinagadelho
Maio 21, 2008
O teste de Português é no dia 23/05/2008 na sexta-feira
!!! Temos que levar folha de teste e estojo !!!
O professor de português vai faltar então vamos ter aula de substituição !!!
Para quem não perceber o significado de algumas palavras, vai haver um dicionário para consultar-mos ( cada um apenas pode consultar 3 palavras) ;
Vamos ter que fazer uma composição ;
No teste vai sair um exercício com frases (com graus de dificuldade diferentes) para corresponder a um grupo de 9 quadras ;
Vamos ter que fazer a escansão de uma quadra, poema ou estrofe… (Escansão – é a contagem do número de sílabas poética) ;
Sai o esquema ritmatico (pode ser interpolada, emparelhada ou cruzada) ;
ABBA [AA]- interpolada [BB]- emparelhada / ABAB [AA]- cruzada [BB]- cruzada
Sai a rima toante / rima consoante ;
Rima toante:
Rimam apenas as vogais… ex: razão/coração
Rima consoante:
Rimam consoantes e vogais… ex: piedade/saudade
Sai a rima pobre / rima rica ;
Rima rica:
As palavras que rimam pertencem a classes gramaticais diferentes… ex: fingidor/dor , completamente/sente
Rima pobre:
As palavras que rimam pertencem á mesma classe gramatical… ex: piedade/saudade , amava/cantava
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Publicado por martiinhah
Maio 19, 2008
Há algumas aulas atrás, falámos no surrealismo, quando comparámos os poetas aos pintores.Alguns dos maiores surrealistas foram Joan Miró, Salvador Dali e Pablo Picasso, etc…
Aqui está mais um site sobre o surrealismo
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Publicado por pinpac12
Maio 19, 2008
Fazer poesia é a arte de esculpir palavras
Pegar a argila da ideia bruta
E ir lapidando, construindo um objecto poético
Tirando uma rima pobre daqui
Descobrindo um substantivo melhor ali
Uma metáfora, um adjectivo
Moldando a inspiração
Tornando-a diamante
Retirando excessos
Polindo a superfície
No fim, a poesia pronta
A obra de arte no ponto certo de ir pra exposição.

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Publicado por martiinhah
Maio 12, 2008
Análise do Poema: “Quatro lugares-comuns sobre várias artes poéticas” de Alexandre O’neill (manual pág.158 )
- O tema do poema é a augústia do processo criativo.
- O assunto é o silêncio do branco da página em branco e a necessidade de vestir a farda do artesão ou, em alternativa deixar-se levar pela inspiração como forma de dar voz e expressão a esse silêncio.
Leia o resto deste artigo »
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Publicado por catarinagadelho
Maio 1, 2008
Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca,
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.
Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto,
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.
De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas, inesperadas
Como a poesia ou o amor.
(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído,
No papel abandonado)
Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.
O´NEILL, Alexandre
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Publicado por Filipa Lopes